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Relatório de Pesquisa sobre a Dinâmica Actual do Mercado de Trabalho e Desafios do Movimento Sindical em Moçambique.

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Maputo , 11 de Junho de 2013 – Realizou-se hoje, terça-feira, na cidade Industrial da Matola, o Seminário de Apresentação do Primeiro Relatório de Pesquisa sobre a Dinâmica Actual do Mercado de Trabalho e Desafios do Movimento Sindical em Moçambique.

Trata-se de um documento que foi elaborado pelo Departamento de Pesquisa, recentemente criado na Organização dos Trabalhadores de Moçambique – Central Sindical (OTM-CS), com apoio dos sindicatos dinamarqueses.

Denominado “OTM-CS/ED/FAN: Melhorando o Ambiente de Negócios em Moçambique Componente de Advocacia e Pesquisa”, o estudo tem como objectivo compreender a dinâmica actual do mercado de trabalho e desafios do movimento sindical em Moçambique, compreender a interacção tripartida dos parceiros: governo, empregadores e sindicatos; analisar as tendências do mercado de trabalho em Moçambique; conhecer a dimensão do movimento sindical em Moçambique; avaliar o papel do movimento sindical em Moçambique; discutir e propor linhas de intervenção da OTM-CS no quadro do desenvolvimento de sectores emergentes de trabalho.

Falando na abertura do evento, a Secretária da OTM-CS para Relações Jurídico-Laborais e Sociais, Maria Helena Ferro, disse que esta é a oportunidade da OTM-CS criar mecanismos fortes de intervenção, tomando como base as principais recomendações do estudo em apreço.

“Há muito tempo que a OTM-CS, como representante da classe trabalhadora” precisava de elevar a sua capacidade de intervenção, socorrendo-se de trabalhos científicos bem elaborados sobre o mercado laboral. Hoje temos este instrumento que com as nossas contribuições como sindicalistas poderá melhorar ainda mais a nossa capacidade na causa que defendemos”, asseverou Ferro.

Por seu turno, o representante dos Sindicatos dinamarqueses (LO/FTF), ao nível da Africa Austral, Jan Hjort, disse que a necessidade da Dinamarca financiar esta pesquisa deve-se ao facto da democracia sustentável moçambicana precisar duma sociedade civil muito forte, pois se assim não for o Governo vai se tornar  autocrático.

“Um diálogo social eficiente precisa de partes fortes. Em Moçambique os sindicatos e associações de empregadores não têm muito poder perante o  Governo e o partido de dia”. Hjort defendeu.

No final do Seminário, espera-se ver reforçada a capacidade técnica da liderança na OTM-CS e seus filiados, com vista a melhorar a sua interacção nos fóruns de diálogo social, advocacia e negociações; Influenciar as políticas públicas com impacto directo ou indirecto sobre os trabalhadores e melhorar o ambiente de negócios no País.

GCI/AP

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